Flash
Nome: Rui Manuel Dias José
Actividade: Jornalista, realizador, produtor, apresentador...
e afins.
Data de nascimento: 17 de Abril de 1953
Naturalidade: Lisboa
Cidade onde vive: Lisboa
Desportos que pratica: Pratiquei rugby, fiz lançamento de peso, agora fico-me pelas caminhadas e pelas longas braçadas na praia...
Tempos Livres: Poucos. Na vida de saltimbanco que levava (todas as semanas numa qualquer terra de língua portuguesa) nos dias de folga... até me apetecia voltar a casa.
Gostos
Um filme: Voando Sobre um Ninho de Cucos, de Milos Forman com Jack Nicholson no protagonista.
Uma música: Fica-me a balouçar a alma entre Carlos Paredes e Lopes Graça.
Um livro: Coração, de Edmundo de Amicis. Foi o meu primeiro livro. Ofereceram-mo aos oito anos. Devorei-o, emocionei-me, sorri e chorei. Depois disso, nunca mais parei de ler.
Um cantor: Raimon, catalão, visceral, de arrepiar.
Um escritor: Volto sempre ao Eça. Tive a sorte de me terem oferecido os Contos quando eu tinha 9 anos.
Um actor: Uma actriz, Irene Cruz.
Um estilista: O melhor de todos é mesmo o meu alfaiate. Os milagres que ele faz para me disfarçar a barriga...
Um pintor: Vincent van Gogh
Uma figura pública: Nelson Mandela.
Um site: Nunca tinha pensado nisso... mas o sítio da net onde vou mais vezes é ao google.
Uma viagem: Moçambique - Maputo, Nampula, Ilha de Moçambique.
Uma cidade: Lisboa, sempre, para todos os regressos...
Uma cor: Verde, quase mar... quase azul.
Um prato: Um? Impossível! Temos a melhor gastronomia do mundo.
Uma bebida: Vinho, dos brancos aos tintos, dos generosos aos verdes, com umas reservas do Alentejo e do Douro para ter sempre na garrafeira...
Um clube: Qualquer um serve...
Emoções
Uma qualidade: Sou muito teimoso
Um defeito: Continuo muito teimoso
Um amor: As coisas simples e profundas que se podem encontrar por detrás de uns olhos.
Um ódio: A tudo o que é dissimulação, intriga e vergar de espinha...
Um prazer: Uma roda de conversa, com um malte e um Romeu e Julieta para esfumaçar.
Uma irritação: A falta de placas indicadoras de destinos nas nossas estradas, as terras promovidas a trânsito local, inversão de marcha ou mudança de direcção, as cidade labirintos onde não aparece uma indicação que nos aponte um destino e um caminho, os péssimos desdobráveis turísticos que só têm fotografias e mapas de ver à lupa.
Uma saudade: Aqueles que perdi e a vida que ainda não vivi.
Um pensamento: Em jeito de pergunta: Se as guerras preventivas são iguais a todas as outras - com o mesmo desprezo pela vida, pelas identidades e culturas - como é que podem constituir um caminho para a paz e para a defesa dos direitos humanos?
Um desejo: Que a vida sirva para alguma coisa, com tempo, energias e capacidades, para construir e fruir.
Uma superstição: Foi coisa com que nunca me preocupei. Mas um dia destes... invento uma.