Ver mar e ilha do alto do monte da Espalamaca, pisar areias de vulcão, ver artes de baleeiro no Peter ou adivinhar a caldeira no seu copo de nevoeiro, comer um peixe na Salgueirinha e não dispensar o
Sentir o Faial ... e abalar para o Pico , com ganas de lhe trepar o cume mas ficando sempre pela metade. Esmagado pelo negro do Cachorro, das frontaria das casas ou das curraletas das vinhas. Com recordação do Quaresma das lanchas, do caldo de peixe do Garcia, na Madalena, do arroz de polvo nas Lajes... E sempre histórias baleeiras, no Museu ou na Fábrica em São Roque.
E já Canal adentro até às Velas, com memória daquela função nas Manadas, saudades das sopas, saudades do queijo...Caldeira de Santo Cristo, do afonso de lapas no Alberto da Fajá do Ouvidor, das mãos de mulher nos teares na dos Vimes. E sempre aquela visão do verde a pique sobre o mar. Dorso de dragão, dizem... ou das ameijoas da
Sabíamos que o Manel das Doze não ia estar à nossa espera na Terceira, e que éramos muitos para caber no taxi do Hélio Costa - da Praia da Vitória, mas com enredos de danças e bailinhos de carnaval para ilha toda - mas nem assim íamos dispensar lagoas, cumes, grutas, alcatras e vulcões adormecidos... ainda por cima, quando o Espírito Santo ameaçava e alfenim e massa sovada não davam tréguas. E os Impérios? E a Angra do Heroismo, ressuscitada do tremor de terra para Património da Humanidade a chamar-nos para um passeio a pé de olhos nas fachadas, portadas e varandas?