
O desafio não ficou sem resposta. Foi apenas o tempo de concitar algumas boas vontades... e de assegurar um grupo (interessante e interessado) de jornalistas. A Rodoviária Nacional disse sim, a Câmara Municipal de Moncorvo montou a operoçõo de recepção. E (em Abril de 1988) um grupo de cerca de 20 jornalistas rumava até àquelas terras nordestinos. Para um fim de semana de descoberta e de embevecimento!
Quase sem que se desse por isso, acabava de nascer uma iniciativa que se foi revelando actuante e necessária. Até se transformar na única acção que (de uma forma continuada) fazia a promoção turística das terras do interior. Até se converter (para muitas das terras que foram visitadas) na quase exclusiva possibilidade de acesso o um tão grande número de profissionais da Comunicação Social.
De dois em dois meses, convidávamos companheiros nossos de diversos Órgãos da Comunicação Social... para connosco sairem estrado fora... ao encontro do vida que se constrói longe dos grandes centros de decisão político e económico. De dois em dois meses, descobríamos uma terra ou uma região, saboreávamos-lhe a gastronomia. os sonhos, as apostas de futuro. Era o tempo dos encontros (e dos reencontros) à volta um copo de vinho. Como quem troca dois dedos de conversa.
| De dois em dois meses, convidávamos companheiros nossos de diversos Órgãos da Comunicação Social... para connosco sairem estrado fora... ao encontro do vida que se constrói longe dos grandes centros de decisão político e económico. De dois em dois meses, descobríamos uma terra ou uma região, saboreávamos-lhe a gastronomia. os sonhos, as apostas de futuro. Era o tempo dos encontros (e dos reencontros) à volta um copo de vinho. Como quem troca dois dedos de conversa. |
Foto: Antunes Amor (Direitos reservados)
Ilha de Santa Maria:
Bolo e velas dos 8 anos do PASSEIO DE JORNALISTAS. |
Voltámos! Para muitos Passeios e muitas descobertas...!!!