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CAMPO MAIOR E MONFORTE
11, 12 e 13 de Maio de 2007
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Maio, no Alto Alentejo
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Marvão - O mundo mora todo neste lugar Marvão - O mundo mora todo neste lugar

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campo maior postal

Maio no Alto Alentejo...

Primeira paragem, em Ouguela. Para lhe passear as ruas, olhar portadas, varandas, rostos (estes cada vez mais ralos...). Com Francisco Galego por cicerone, vislumbrar a igreja, trepar o castelo. Albuquerque, à distância de um olhar... agora que as batalhas com os castelhanos já se não usam e a Estremadura espanhola é a terra donde vêm os espanhóis ao bacalhau dourado, aos churrascos de porco preto, à sericaia...


Depois, foi só o tempo de chegar a Campo Maior, passar pelo Hotel para deixar maletas e ala campomaior012para restaurante. Para jantar e conversar Campo Maior. Foram convidadas algumas personalidades significativas de uma terra que, na beira de Espanha, assentou muito da sua sobrevivência nas idas e vindas entre os dois lado da fronteira.
O café, o olival, o porco preto e claro... as Festas do Povo, eram temas a que se não podia fugir - se bem que, as também conhecidas como dos Artistas ou das Flores, estejam um bocado complicadas: eram para ser para o ano... mas não sei... não.

Estávamos de volta à estrada a caminho de Monforte. Deixadas as bagagens nas unidades de Turismo em Espaço Rural onde iríamos pernoitar, ala até Vaiamonte, para visitar a Fertiprado e as ruínas de campomaior001[1]Torre de Palma. O jantar foi mesmo na Monforfeira.

No domingo, depois de um rápido passeio pelo centro de Monforte, os participantes neste PASSEIO DE JORNALISTAS rumaram à Biblioteca Municipal (inaugurada no ano passado) e foram saber como se faz um queijo, na Monforqueijo. Depois veio a passagem pela Enchidos do Monte, sem tempo sequer para uma prova de painho ou de linguiça. Mas a etapa seguinte era em Assumar, havia que visitar a Herdade da Coutada Real - ao encontro da Associação de Criadores do Bovino Alentejano - e o almoço estava à espera na Herdade do Perdigão. AÍ acabaram as pressas (o Programa estava cumprido) e houve tempo para saborear gastronomia, degustar vinhos e visitar a adega. Até deu para conversar Monforte e o Norte Alentejano.

Atrás das palavras, quando se deu por isso, já se falava de Marvão e de Património Mundial.

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