
Maio no Alto Alentejo...
Primeira paragem, em Ouguela. Para lhe passear as ruas, olhar portadas, varandas, rostos (estes cada vez mais ralos...). Com Francisco Galego por cicerone, vislumbrar a igreja, trepar o castelo. Albuquerque, à distância de um olhar... agora que as batalhas com os castelhanos já se não usam e a Estremadura espanhola é a terra donde vêm os espanhóis ao bacalhau dourado, aos churrascos de porco preto, à sericaia...
Depois, foi só o tempo de chegar a Campo Maior, passar pelo Hotel para deixar maletas e ala
para restaurante. Para jantar e conversar Campo Maior. Foram convidadas algumas personalidades significativas de uma terra que, na beira de Espanha, assentou muito da sua sobrevivência nas idas e vindas entre os dois lado da fronteira.
O café, o olival, o porco preto e claro... as Festas do Povo, eram temas a que se não podia fugir - se bem que, as também conhecidas como dos Artistas ou das Flores, estejam um bocado complicadas: eram para ser para o ano... mas não sei... não.
Estávamos de volta à estrada a caminho de Monforte. Deixadas as bagagens nas unidades de Turismo em Espaço Rural onde iríamos pernoitar, ala até Vaiamonte, para visitar a Fertiprado e as ruínas de
Torre de Palma. O jantar foi mesmo na Monforfeira.
No domingo, depois de um rápido passeio pelo centro de Monforte, os participantes neste PASSEIO DE JORNALISTAS rumaram à Biblioteca Municipal (inaugurada no ano passado) e foram saber como se faz um queijo, na Monforqueijo. Depois veio a passagem pela Enchidos do Monte, sem tempo sequer para uma prova de painho ou de linguiça. Mas a etapa seguinte era em Assumar, havia que visitar a Herdade da Coutada Real - ao encontro da Associação de Criadores do Bovino Alentejano - e o almoço estava à espera na Herdade do Perdigão. AÍ acabaram as pressas (o Programa estava cumprido) e houve tempo para saborear gastronomia, degustar vinhos e visitar a adega. Até deu para conversar Monforte e o Norte Alentejano.
Atrás das palavras, quando se deu por isso, já se falava de Marvão e de Património Mundial.
| Anabela Pereira |
| De passeio pelo Norte Alentejano... |
| NORTE ALENTEJANO: onde "o tempo é tempo" |
| Domingos de Azevedo |
| ALENTEJO: Arco-íris de oferta turística |
| Rui Dias José |
| Quando as noites não acabam... |
| A Rua da Soalheira |
| A culpa, até nem foi dos garbanzos... |
| A filarmónica mais colorida do mundo... |
| E agora? No ano ano que vem... é que é???? |
| Santos Mota |
| Passear realidades, provar o vinho e a gastronomia |