
No
Planalto Mirandês, gaitas de foles em fundo, chegam os tamborileiros. E o som dos bombos
e das
caixas de guerra mistura-se com as batidas saltadas dos
pauliteiros. Um
lhaço, uma
dança, uma
gaitada... Num trote de
burro, numa volta de
bicicleta, num voo de
pomba...
Com ganas de
passeio nas
arribas do
Douro, augados por uma chouriça, uma
posta ou um
bulho com cascas... Ou apenas em busca do
leite, do
vinho e do mel.
O exercício da
língua e da
cultura como
afirmação de
identidade.
A busca do
desenvolvimento sustentável como forma de fixação das populações contrariando a
desertificação e o abandono.
A aposta nos
produtos da terra,
recuperando técnicas e saberes
ancestrais.
O
Turismo como uma das
fontes de rendimento, assente na
diversidade cultural, na riqueza
patrimonial e na
preservação ambiental.
As
novas tecnologias como factor integrador e de
combate ao isolamento (quando as verbas não
faltam). E a cooperação
transfronteiriça como instrumento de progresso.
A
capa de honras inspira padrões de elegância e
beleza que a alta costura inveja e copia.
Da
música tradicional
partiram grupos que agora fazem ouvir o
rock em
mirandês.
Mas o caminho mais perto para
Lisboa é feito por
por Espanha até Vilar Formoso...
Março foi
surtida a
Miranda do Douro!