já passeados
TORRE DE MONCORVO
22, 23 e 24 Fevereiro
nada
nada nada
20 anos depois…o regresso a Moncorvo
passas
nada
já passeados
Marvão - O mundo mora todo neste lugar Marvão - O mundo mora todo neste lugar

nada
bannerbes
gentalbergmar010
moncrovopostalNo encalço de uma flor de amêndoa, pela beira do Sabor, com vistas sobre o vale da Vilariça, artes do ferro e sabores de alheira e posta...

20 anos depois... o regresso ao local onde tudo começou: Torre de Moncorvo.

Mas já passaram 20 anos??? Não pode ser... Parece que ainda foi no outro dia. Ali... nas tasquinhas do Festival Nacional de

Gastronomia, à volta de umas alheiras, com o prof. Reis e a sua provocação.

E lá rumámos a Moncorvo... era Abril de 1988. E numa maré de acasos, quase sem que se desse por isso, nasciam os Passeios de Jornalistas.moncorvo010

Em Fevereiro de 2008 foi o tempo de todos os regressos!


Pela fresca da manhã, comoncorvomapam partida de Lisboa, estrada adentro até Torre de Moncorvo.  Coisa para umas cinco horas de autocarro, mais umas duas de paragens e almoço.
Bem longe da jornada de há vinte anos: que agora há autoestrada até à Guarda e as IPs cresceram e alargaram!

Mas sempre a mesma vontade de passear, de ver, de encher a alma de paisagens e sensações.
Apetecia reencontrar Moncorvo, abarcar o Vale da Vilariça com um olhar, espreitar o Sabor, avistar os pombais... Com saudades do Artur dos tempos em que não tinha ementa, com memórias de outras incursões e deslumbramentos.

Sabíamos que o Afonso Praça não iria desfiar conversas e que outros companheiros da anterior aventura também já tinham partido. Mas, se calhar, foi também por isso que nos apeteceu regressar a Moncorvo ao encontro das motivações e das energias que, há vinte anos, nos tinham obrigado a partir para estas viagens à descoberta do Portugal que se faz e constroi longe das autoestradas.

Entre nacionais e estrangeiros, era uma vintena de jornalistas a caminho do Douro Superior. Passada a Barragem do Pocinho, veio a subida até Moncorvo, a passagem pelas Unidades de alojamento (só para deixar bagagens) e o jantar na Casa de Santa Cruz.

Sábado de manhã foi a expedição até margens do Sabor e o reconhecimento do local onde se irá erguer a futura Barragem. Como estávamos em pleno arranque das festividades da Amendoeira em Flôr, não podíamos faltar à abertura da Feira de Artesanato. O almoço aconteceu no Lagar.

Depois veio um roteiro de (re)descoberta do Centro Histórico de Torre de Moncorvo. Que não esqueceu a Igreja Matriz ou o Museu do Ferro. E a seguir havia horizontes abertos e campos para espreitar até serem horas de jantar no Artur de Carviçais.

A manhã de domingo começou na Quinta Branca, onde estavava aboletada parte da caravana do Passeio de Jornalistas. Para...  partirem em direcção ao Miradouro de S. Gregório. Logo mais, a Igreja da Adeganha, o Vale da Vilariça e a Foz do Sabor. O almoço de despedida, como não poderia deixar de ser, teve sabores de peixes de rio.

Claro está, que na área dos vícios de boca e palato, aquele foi um fim de semana sem tréguas. Ninguém se furtou aos queijos, ao mel e (obviamente!) à amêndoa. Porque, se as amendoeiras não servem só para as excursões e as fotografias (e estão a ser desenvolvidos esforços para a recuperação do amendoal), a partidela da amêndoa constituiu sempre uma boa ensejo para arranjar namorado... e as amêndoas cobertas são uma arte de mãos de mulher. Também os vinhos não perderam pela demora: generosos ou de pasto...


Diário de Bordo:
Reportagens, histórias, bonecos, crónicas ou... apenas... notas de viagem!
moncorvoapoios
Copyright ©2012 Café Portugal